Um decálogo da boa gestão pública: os desafios de um Estado para resultados

Caio Marini

A característica marcante do contexto contemporâneo é a transformação. Embora não haja nenhuma novidade na mudança – o mundo muda desde que o mundo é mundo – a novidade está, então, nas especificidades deste momento particular de mudança:

Novos valores, hábitos e atitudes são freqüentemente incorporados na sociedade.
Mudam as condições econômicas, sociais e políticas.
Cresce o numero de inovações tecnológicas.
Mudam as condições climáticas, ambientais, demográficas, dentre outras.

(… e tudo isto somado a dois novos ingredientes: velocidade & imprevisibilidade. Ou, como na canção popular: “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia…”).

E, em particular, para os efeitos deste artigo, muda rapidamente o papel do Estado (que abandona algumas funções, assume outras) visando atender aos requerimentos destes novos tempos. Como conseqüência, os modelos de gestão pública precisam ser reinventados.

Este novo cenário que se aproxima, coloca, ainda, como ingrediente central ao debate sobre gestão pública a permanência (e até o agravamento) da brecha entre demanda social (de atendimento às necessidades da população) e capacidade do Estado (expressa no orçamento público) em atender a estas demandas – o que reforça o argumento central deste texto: a necessidade de orientar a gestão pública para resultados. Este cenário, ao invés de um cenário de crise, representa uma oportunidade de reinvenção da gestão pública.

O artigo pretende contribuir ao debate, sugerindo alguns desafios a serem enfrentados, sob a forma de um decálogo. Representa um preâmbulo, para a apresentação de um conjunto de iniciativas realizadas no Estado de Minas Gerais, inicialmente sob o rótulo de choque de gestão e agora, em sua segunda geração, um Estado para Resultados.

Para download do artigo completo, clique aqui

Voltar

Outros Artigos