Rondônia subiu três posições no Ranking de Competitividade dos Estados, passando da 17ª para 14ª colocação, em 2018. O estudo, realizado anualmente pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e Economist Intelligence Unit, tem, entre outros objetivos, avaliar os estado brasileiros sob a ótica de dez pilares.

O prêmio de reconhecimento foi entregue nesta segunda-feira (10), ao secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Pedro Pimentel, pelo representante da CLP, José Henrique. “Entre os objetivos do ranking está avaliar a administração pública, diagnosticar e eleger prioridades. A intenção é que os governos estejam mais alinhados e conscientes em relação aos seus desafios e possam utilizar essa ferramenta para eleger quais são suas prioridades”, explicou Henrique.

Ele explicou ainda que um dos pontos a ser levado em consideração no resultado da premiação é o desempenho dos estados em anos anteriores. “Rondônia vem se destacado nas diversas práticas desde 2016. Em 2017, por exemplo, recebeu a premiação de 1º lugar na categoria de Boas Práticas”, ressaltou o representante.

De acordo com o estudo divulgado, o estado subiu sete posições nos pilares de infraestrutura e de segurança. No pilar de infraestrutura, Rondônia passou da 13ª para a 6º colocação, com melhoras nos indicadores de custo da energia elétrica (+12) e no custo de saneamento básico (+3). No pilar de segurança pública, o estado melhorou nos indicadores de segurança patrimonial (+12) e segurança pessoal (+4). Em educação, merece destaque a melhora no Ideb (+5 posições).

Ranking de Competitividade dos Estados

Desde 2011, o Ranking de Competitividade dos Estados, é organizado pelo CLP, em parceria com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), Economist Intelligence Unit e Tendências Consultoria Integrada, e é utilizado como uma ferramenta que busca pautar a atuação dos líderes públicos na melhoria da competitividade dos seus estados. O ranking analisa dez pilares estratégicos, com base em 68 indicadores, que são reavaliados a cada ano, para fornecer uma visão sistêmica da gestão pública estadual.

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